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PSt10 - Ilhéu da Cal

Ilhéu da Cal  ©Virgílio Gomes

Código do geossítio: PSt10

Denominação: Ilhéu da Cal

Categoria temática: Paleontologia

Localização geográfica no ortofotomapa - PSt04

Concelho: Porto Santo

Freguesia: Porto Santo

Área do local: 10-1000 ha

Coordenadas(1):33°00'09.02'' N 16°23'16.97'' W

Altitude: 0 m

Acessibilidade: difícil

Distância à estrada asfaltada mais próxima: 6,4 nmi

Condições de observação: satisfatórias

(1) Coordenadas do geossítio e/ou melhor ponto de visualização

 

Descrição sumária 

No Ilhéu de Baixo ou da Cal ocorrem, essencialmente, hialoclastitos, níveis de depósitos carbonatados pararecifais e conglomerados, e ainda escoadas submarinas de basalto e tufo basáltico do Miocénico Médio.
O topo do ilhéu encontra-se recoberto por depósitos eolianíticos do Quaternário (vide descrição deste tipo de rocha em Geossítio PSt02 – Morenos e PSt09 – Fonte da Areia).
À semelhança dos outros ilhéus, esteve outrora ligado à ilha principal, e, por ação de fenómenos erosivos, a sua individualização ocorreu depois da Última Glaciação e deposição da Formação Eolianítica, durante o Holocénico, há menos de 10-12 mil anos. Várias galerias foram escavadas no material calcário que surge em dois níveis contínuos ao longo do ilhéu. Este material que serviu a indústria de produção de cal, atividade que teve um papel económico extremamente importante no Arquipélago, corresponde a sedimentos marinhos carbonatados e recifes de corais fossilizados, com 15,2 Ma (Miocénico Médio), e que se formaram no topo do edifício vulcânico, durante a fase de pré-emersão da ilha.

 

Notas relevantes

A visitação aos ilhéus necessita de uma autorização prévia ao Instituto de Florestas e Conservação da Natureza.  
A visita ao local de interesse geológico é da inteira responsabilidade do utilizador.
O utilizador deve tomar as devidas precauções quando visita o local, tendo em atenção as condições  do terreno,  condições climatéricas e outros perigos, para que não se criem situações que coloquem a sua integridade e a de outros em risco.
O utilizador deve respeitar a propriedade privada. O acesso a zonas privadas requer autorização prévia dos proprietários.
O utilizador deve respeitar o património natural mantendo-o intacto.  O impacto das suas ações deve ser mínimo.

 

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