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S03 - Caldeirão do Inferno

Vale fluvial © Ricardo Ramalho

Código do geossítio: S03

Denominação: Caldeirão do Inferno

Categoria temática: Geomorfologia, Recursos Hídricos e Tectónica

Localização geográfica no ortofotomapa - S03

Concelho: Santana

Freguesia: Ilha

Área do local: 0,1 -10 ha

Coordenadas(1):32°45'59.1'' N 16°56'51.9'' W

Altitude: 1080 m

Acessibilidade: fácil

Distância à estrada asfaltada mais próxima: 8000 m

Condições de observação: boas

(1) Coordenadas do geossítio e/ou melhor ponto de visualização

 

Descrição sumária 

Na ilha da Madeira ocorre uma forte ação erosiva das águas fluviais, consequência de um forte relevo e regime de precipitação, associada à natureza e estrutura das rochas, originando vales extremamente entalhados e profundos.
O Caldeirão do Inferno é o melhor exemplo de uma garganta fluvial muito estreita, de vertentes quase verticais, que resultaram de um processo de encaixe fluvial extremo. Neste caso, a forte incisão fluvial ocorreu ao longo de um sistema de filões cujos bordos com o encaixante e intensa fraturação interna constituíram uma zona de fraqueza estrutural que foi aproveitada pela ação erosiva da água.
As ribeiras de carácter permanente são alimentadas a partir de escoamento subterrâneo, proveniente de aquíferos suspensos que drenam através de inúmeras nascentes, particularmente caudalosas na vertente norte da ilha. Esta abundância de água esteve na origem da construção do sistema de levadas da Madeira.
A água captada no Caldeirão do Inferno é transportada pela levada da Serra do Faial até à câmara de carga da central hidroelétrica da Fajã da Nogueira. Depois de turbinada, contribui para o sistema adutor dos Tornos que vai abastecer a cidade do Funchal.

 

Notas relevantes

A visita ao local de interesse geológico é da inteira responsabilidade do utilizador.
O utilizador deve tomar as devidas precauções quando visita o local, tendo em atenção as condições  do terreno,  condições climatéricas e outros perigos, para que não se criem situações que coloquem a sua integridade e a de outros em risco.
O utilizador deve respeitar a propriedade privada. O acesso a zonas privadas requer autorização prévia dos proprietários.
O utilizador deve respeitar o património natural mantendo-o intacto.  O impacto das suas ações deve ser mínimo.

 

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